Os policiais militares 2º SGT Nonato e SD Feitosa lotados no Batalhão Araguaia em Araguaína, conseguiram evitar que uma mulher de 40 anos, cometesse suicídio na tarde desta quinta-feira (11), na Rua Rio Branco com a Xixebal no Setor urbano em Araguaína. Os motivos que levaram esta mulher a tentar tirar sua própria vida não foram, devidamente, esclarecidos. O fato atraiu muitos curiosos que acompanharam o trabalho da PM e SAMU.
No relatório consta que a PM foi acionada pelo filho da mulher, as informações é que ela ameaçava se matar com um pedaço de vidro e depois acabou usando um fio para se enforcar, momento esse que os policiais conseguiram evitar a tragédia, usando a rapidez e coragem. “A minha mão ficou entre o pescoço e o fio, meu parceiro conseguiu contar o fio e conseguimos evitar a tragédia” Frisa o PM Nonato.
Após o corte do fio, o SAMU chegou e fez os procedimentos médicos, o fato ocorreu por volta das 14 horas, a mulher após receber a medicação foi encaminhada para a UPA da cidade.
O caso foi o registrado em Boletim de Ocorrência (BO), como tentativa de suicídio.
PREOCUPANTE
Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano são registrados mais de 800 mil suicídios no mundo, o que representa aproximadamente uma morte a cada 40 segundos. Além disso, a cada três segundos alguém atenta contra a própria vida. No Brasil, são mais de 11 mil casos anualmente, e muitas dúvidas surgem quando nos vemos na necessidade de ajudar uma pessoa que está pensando em suicídio.
O suicídio é uma questão de saúde pública. Não deve ser simplificado ou atribuído a uma única causa, pois trata-se do desfecho de uma série de fatores complexos que se acumularam na história daquela pessoa. Antes de tudo, é preciso buscar informação.
Embora os jovens formem um dos principais grupos vulneráveis, segundo o dr. Mauro Aranha, psiquiatra e coordenador do departamento jurídico do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), é entre os idosos que ocorre o maior número de suicídios. “O risco é ainda maior entre aqueles que têm doenças crônicas, incapacitantes ou intratáveis e que, por conta da idade, perdem amigos e companheiros de vida”, explica.






