O Ministério Público do Tocantins (MPTO) realizou, no mês de Junho, mais uma vistoria no Hospital Regional de Araguaína (HRA). Em relatório produzido pela 5ª Promotoria de Justiça, foram apontadas algumas irregularidades.
O MPTO encontrou problemas estruturais e na gestão da unidade. A promotora de Justiça Bartira Silva Quinteiro, titular da 5ª PJ de Araguaína, após a visita ao hospital, fez recomendações aos gestores solicitando soluções.
No pronto-socorro, ela requer medidas que evitem superlotação. Bartira também recomendou que a gestão da unidade tome providências para diminuir a fila de cirurgias. As informações devem ser enviadas ao MP em até 30 dias.
O Ministério Público requer ainda a implantação de sistemas eletrônicos dos prontuários dos pacientes e do controle da jornada de trabalho dos médicos. No setor de psiquiatria, a promotora de Justiça demanda apuração sobre o descumprimento da escala de plantão médico e implantação do registro de controle eletrônico por reconhecimento facial.
A promotora de Justiça recomendou também o aumento do número de leitos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) para atender pacientes recém-operados.





