Araguaina Saúde

Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde é executado no Hospital Regional de Araguaína

Foto: Divulgação SES-TO

O Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) tem por objetivo contribuir para desenvolver, junto à comunidade do HRA, uma metodologia voltada para a preservação ambiental, através da discussão e conscientização em torno dos resíduos gerados por esta comunidade. Além disso, visa racionalizar o consumo de material, diminuir a quantidade de resíduos gerados, instrumentalizar as pessoas para aderirem ao programa de coleta seletiva, prevenir e reduzir os riscos à saúde e/ou ao meio ambiente. Além disso, visa prevenir acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta seletiva, como também, armazenamento, tratamento e destinação dos resíduos.

Por ser um programa que visa a minimização de resíduos, se pauta no princípio dos três “erres”: Redução de consumo e desperdício, Reutilização e Reciclagem. A partir da promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010, foi exigida, dos setores públicos e privado, maior transparência no gerenciamento de seus resíduos, através da elaboração de Planos de Gerenciamento de Resíduos.

O Hospital Regional de Araguaína (HRA) é uma unidade de referência na região norte, conta com uma equipe multiprofissional competente, e estrutura privilegiada para o desenvolvimento das suas atividades classificadas como unidade de Porte III, atendendo pacientes do Tocantins, do sul do Pará e do Maranhão. Criado em 1970, o hospital compreende uma área construída de aproximadamente 4.650 m², com 257 leitos de internação, sendo 20 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e centro cirúrgico com seis salas em funcionamento.

O lixo hospitalar é encontrado em hospitais, clínicas veterinárias, consultórios, centros de pesquisas e laboratórios farmacêuticos. O material deve ser descartado de forma correta, seguindo regras para evitar que o meio ambiente seja contaminado. Além disso, os resíduos hospitalares podem apresentar grande risco à saúde humana e ao meio ambiente, caso não seja descartado de modo adequado. O risco de contaminação é elevado, uma vez que os materiais médicos podem provocar e disseminar doenças, alterando o solo e a água.

Alguns exemplos de lixo são: materiais biológicos contaminados com sangue ou patógenos, peças anatômicas, seringas, luvas, e outros materiais plásticos usados em procedimentos médicos.

Segundo a Coordenadora da Hotelaria Gleice Gonçalves Pereira Carvalho, o objetivo é reduzir também o volume de lixo dentro do HRA. “o fator principal do plano é saber o quanto produz de resíduo infectante e fazer a segregação da maneira certa, para que os resíduos tenham um destino correto. O primeiro passo é separar o lixo  infectante do comum. Depois separar o que é comum para recicláveis e dar destino correto por meio das cooperativas ou de logística reversa”, afirmou.

Questionada sobre a importância desse serviço, a coordenadora informou que o hospital é um local que tem uma variedade maior de resíduos. “Existem cinco tipos de resíduos: o infectante, químico, comum e perfuro-cortante e o hospital engloba esses cinco. É muito importante que saibam fazer bem esse gerenciamento e dar um destino correto ao lixo”, frisou a coordenadora.

Foto: Divulgação SES-TO

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