
Logo na entrada do setor, no início da avenida, já é possível avistar o amontoado de lixo. Segundo moradores, o galpão que deveria servir para captar e armazenar lixo reciclável é de propriedade particular, e está quase sempre vazio:” O lixão fica é fora, e deixa o povo do bairro com medo”, comenta seu Jorge, de 68 anos de idade. A atenção da comunidade o bairro se voltou pra o problema, após a investigação e denúncia de lixo hospitalar de forma irregular, amplamente divulgada pela imprensa local e nacional.
Seu Aldenor, de 53 anos de idade, tem dois filhos, e explicou sua angústia:” Eu li que plástico, vidro, papel, baterias, metal e muitos outros materiais são ácidos e podem provocar doenças.” Pela Lei, os resíduos devem ser já recepcionados dentro do galpão, e ali, armazenados separadamente. O local deve ser isolado e devidamente sinalizado sobre os riscos, visando evitar que pessoas alheias ao trabalho tenham acesso ao local. É previsto ainda, que as empresas que atuem neste ramo possibilite a destinação ambiental adequada, a cada tipo de resíduo.
Pela Lei, o lixo deve ser armazenado e separado. O local deve ser isolado e fortemente sinalizado de forma que alerte a comunidade sobre os riscos. É previsto ainda que as empresas deste ramo possibilitem a destinação ambiental adequada a cada tipo de resíduo.






