Na terça-feira, 11, o Governador do Estado do Tocantins, Wanderlei Barbosa, o Comandante-Geral da Polícia Militar, Coronel Márcio Antônio Barbosa, e o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, Coronel Carlos Eduardo Farias, estiveram no Centro Integrado de Comando e Controle do estado do Rio de Janeiro (CICC-RJ). A visita teve como objetivo conhecer o funcionamento das forças de segurança do estado fluminense.
A integração entre a Polícia Militar de diferentes estados da federação e demais órgãos de segurança pública é crucial para o combate ao crime e garantir a prestação de um serviço de qualidade para a população. Nesse sentido, a visita dos representantes tocantinenses serviu como um intercâmbio de conhecimento para o aprimoramento da atuação das forças de segurança pública.
Na oportunidade, o governador do Estados e os comandantes puderam conhecer o modelo de Segurança Pública que é executado no Estado. No Rio de Janeiro, as forças de segurança são autônomas e integradas. Polícia Militar, Bombeiro Militares e Polícia Civil são secretarias que compõe o 1º escalão do governo estadual e atuam de maneira harmônica de forma a garantir mais efetividade na execução de suas funções. Nesse cenário não existe a figura do Secretário de Segurança Pública, já que todas as pastas são autônomas.

Para o comandante da Polícia Militar do Estado do Tocantins, o conhecimento adquirido durante a visita foi de extrema importância para a corporação. “Considerando que cada força possui missões específicas e peculiares, o modelo adotado pelo estado do Rio de Janeira acaba dinamizando o trabalho das instituições, dando independência para que cada uma execute com excelência sua missão, ao tempo que oportuniza melhor integração entre elas”, pontuou Coronel Márcio Barbosa.
A consonância entre as forças de segurança públicas permite o compartilhamento ágil e seguro de informações relevantes para o combate à criminalidade, além de possibilitar a proximidade entre áreas de atuação como: inteligência, investigação e policiamento ostensivo. Com foco nesse tipo de integração, é possível obter uma visão mais abrangente dos problemas de segurança e desenvolver estratégias eficazes conjuntas para enfrentá-los.





