ESTADO

Sindicato Rural de Araguaína defende exportação de animais vivos e critica proposta de proibição

O Sindicato Rural de Araguaína através de seu Presidente, Wagner Martins Borges, publicou uma nota demonstrar a indignação com relação a sugestão legislativa apresentada pela Comissão de Direitos Humanos (SUG 30/2018) para proibir a exportação de animais vivos destinados ao abate que foi objeto de relatoria do Senador Fabiano.

O SRA ressalta que a exportação de gado vivo, entre os anos de 2019 ao ano de 2000 exportou mais de 800 mil bois vivos por via marítima do Brasil para países do Oriente Médio e Norte Americanos, o

que representa um grande volume financeiro à economia do Brasil, sem contar na geração de empregos em vários setores, viabilizando um novo mercado ao agronegócio que tem sofrido nos últimos anos com sucessivos e constantes aumentos dos insumos para manutenção da cadeia produtiva.

O Sindicato Rural de Araguaína frisou ainda que a exportação de animais vivos foi uma conquista dos produtores rurais que não pode ser proibida por argumentos infundados e de profundo desconhecimento, principalmente com relação ao cumprimento de toda cadeia de procedimentos necessários e exigidos pelas autoridades para

exportação do gado, a contar da alimentação com alto valor nutritivo que deve ser disponibilizada aos animais, e também o atendimento às exigências das normas sanitárias obrigatórias e que sofre fiscalizações rigorosas, desde a saída do animal da propriedade rural, o cumprimento do período

de quarentena desses animais, até o embarque e entrega desses animais no destino final.

“É de suma importância que se mantenha vigente a exportação de animais vivo para que o crescimento econômico do agronegócio permaneça gerando empregos, aumentando o mercado financeiro para o Brasil, além de viabilizar a circulação de mercadorias Brasileira no mercado

internacional. O Sindicato Rural de Araguaína, por ser uma entidade de classe representativa de produtores rurais que diuturnamente trabalham no campo para comercializar o seu produto, jamais poderia deixar de expor sua indignação com a possibilidade do comércio de exportação de gado vivo vir a ser proibido e vem através da presente clamar pela intercessão dos Excelentíssimos Senhores Senadores da República, bem como das Autoridades Competentes – Ministro da Agricultura e Secretários

Estaduais da Agricultura de todos os Estados Brasileiros – para que, em conjunto com os produtores rurais, lutem para que seja abolido qualquer tentativa de barrar a exportação de animal vivo, pois somente assim estar-se-á resguardando uma conquista já existente há décadas de uma das

maiores classes produtivas que movimenta a economia nacional”, informou o Sindicato Rural de Araguaína.