Segundo apurado, a assessora Lígia, assumiu cargo especial de assessor legislativo de gabinete. Tal cargo deve ser exercido nas dependências da Assembleia Legislativa, porém, ela residia em Araguaína.
Já a chefe de gabinete, assinava as folhas de frequência atestando as falsas presenças.
Os valores utilizados para pagamento de salários das servidora entre janeiro de 2016 e dezembro de 2018 ultrapassam a casa dos 230 mil reais. A Polícia Civil indiciou as duas servidoras pelos crimes de peculato-furto e falsidade ideológica.



